Rede dos Conselhos de Medicina
CRM-AC se reúne com direção da Fundhacre para tratar sobre irregularidades constatadas em fiscalização no Hospital do Idoso
Qui, 03 de Dezembro de 2020 16:01

reunia-fundhacre

Membros da diretoria do Conselho Regional de Medicina do Acre (CRM-AC) se reuniram, nessa quarta-feira (2), com a direção da Fundação Hospitalar do Acre (Fundhacre), unidade responsável pela administração do Hospital do Idoso. O objetivo foi tratar sobre as diversas irregularidades constatadas durante fiscalização realizada na unidade de saúde no último dia 13 de novembro.

Participaram do encontro a presidente do CRM, Dra. Leuda Dávalos, a sub-corregedora; Dra. Thereza Neuma e o tesoureiro, Dr. Marcus Vinícius. Além do presidente da Fundhacre, coronel Argemiro Pereira dos Santos e da gerente de enfermagem da unidade, Alesta Amâncio da Costa.

Entre as falhas encontradas pela equipe de fiscalização do CRM-AC está a falta de vaga de UTI para os pacientes intubados; várias enfermarias da unidade que estão com problemas no ar-condicionado e, por isso, não estão sendo utilizadas, deixando o hospital sem vaga para internação; balas de oxigênio vazias e problemas nas instalações e banheiros.

Outra irregularidade foi que a enfermaria específica para o atendimento de pacientes indígenas estava trancada e sem uso. Além disso, a falta de medicações no carrinho de parada e falta de maqueiro para o transporte de pacientes idosos.

A realização desta reunião tinha sido proposta pelo secretário estadual de Saúde, Alysson Bestene após um encontro com a presidente do CRM na última quinta-feira (26) em que foram apresentadas as irregularidades constatadas. Na oportunidade, o secretário afirmou que a unidade de saúde é vinculada à Fundhacre, que, por sua vez, recebe recurso do governo do Estado para fazer a manutenção e devida administração do hospital. No entanto, Bestene não pode participar das discussões nesta quarta.

“Eles informaram que estão dispostos a resolver os problemas que foram apontados e que em relação a algumas coisas só tomaram ciência pelas reportagens sobre a fiscalização. Ainda segundo o diretor-presidente, algumas das irregularidades já foram resolvidas e outras não dependem deles. Ficou decidido que as questões de urgência devem ser resolvidas em um prazo de 15 dias e as demais em 90 dias. Então, daqui 90 dias, no início do mês de fevereiro, vamos retornar na Fundação para verificar se essas irregularidades foram resolvidas”, afirmou a Dra. Thereza Neuma.

 
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